O que diz a Resolução CFM 2.336/2023
A publicidade médica deve ser informativa, sóbria, ética e responsável, sem promessa de resultado e sem sensacionalismo. O objetivo da divulgação é esclarecer, orientar e informar; nunca induzir consumo, criar expectativa irreal ou transformar a medicina em produto.
O que pode no marketing médico
- Conteúdo educativo, inclusive com apoio de IA: artigos, vídeos, podcasts, entrevistas e posts, desde que o conteúdo seja verdadeiro e o médico assuma a autoria.
- Tráfego pago no Google Ads, Meta Ads e YouTube Ads, sem promessa de resultado, linguagem apelativa ou mercantilização.
- Site estruturado com SEO e blog, que fortalecem autoridade e educação do paciente.
- Divulgar estrutura e tecnologia: equipamentos, instalações e equipe, sem afirmar superioridade absoluta.
O que continua proibido
- Promessa de resultado: frases como "garantia de sucesso", "resultado definitivo", "sem risco" ou "melhor da cidade".
- Sensacionalismo: linguagem alarmista, exploração emocional exagerada e marketing de medo.
- Comparação com outros profissionais: declarar-se "o melhor" ou desqualificar colegas.
- Antes e depois com apelo comercial: imagens comparativas exigem regras rígidas e não podem ter finalidade mercantilista.
Fiscalização digital
Os Conselhos Regionais monitoram redes sociais, sites, anúncios, vídeos e campanhas impulsionadas. Tudo deixa rastro digital, por isso a auditoria ética permanente virou diferencial competitivo.
Como crescer sem correr riscos
- Estruture um posicionamento claro.
- Trabalhe marketing educativo.
- Mantenha auditoria ética permanente.




